Assim escrevera o poeta, romanceando o momento, e, enquanto o fazia tinha seus olhos cobertos por um manto de lágrimas tão transparentes e preciosas como as águas que deitadas corriam sobre aqueles solos da mais elevada altitude das terras fluminenses, parte de si.
Sua voz traspassou seu tempo e sobrevoou, feito um pássaro errante de mais belo canto, versejou por todos os vales, planícies, planaltos ou cumes das mais altas montanhas de norte a sul, na vastidão das terras da Pátria Amada.
Não importasse, para ele, em quais margens da fronteira pudesse se encontrar, que seu canto sempre seria feliz enquanto escutava o pulsar do coração de sua Pátria-Mãe, Terra Adorada.
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